Gestão de Processos em 2011

Por Mauricio Santos, ProcessMind

Bom ano de Processos para todos nós,

Após um ano de crise em 2009, no qual as empresas precisaram cortar custos e reduzir seus investimentos em novas iniciativas, o mercado de gestão de processos voltou a ficar bastante aquecido em 2010, com cada vez mais empresas buscando adotar a prática de gestão dos negócio a partir da visão de seus processos. Diferente do movimento nos EUA e Europa em que os reflexos da crise ainda ecoaram em 2010, o Brasil passou por um ano de crescimento que teve reflexos diretos na adoção da gestão de processos pelas empresas, o que deve se acentuar em 2011.  Com mais de 15 anos atuando nesta área, vejo que quanto melhor a economia, melhor a vida dos gestores de processos para implementar seus projetos nas empresas. Mas vamos a 2011!

Em relação à Gestão e Mapeamento de Processos, as empresas se preocupam cada vez mais em implantar um programa abrangente de trabalho, que não se preocupe somente em melhorar um ou outro processo, mas sim em trazer uma nova disciplina de gestão que realmente auxilie a alta direção na condução dos negócios. Para isto, é importante não só o trabalho de mapeamento e redesenho dos processos, mas sim a quantificação de resultados tangíveis deste trabalho. E se não houver resultados, o projeto tende a ficar em segundo plano, ou até ser abandonado, rapidamente.

Em relação à Automação dos Processos, ou a implementação de ferramentas de BPMS pelas empresas, vejo que o mercado ainda está em fase de amadurecimento em relação à adoção desta tecnologia. O que surgiu como uma grande promessa a uns cinco anos atrás, não conseguiu ainda gerar grandes resultados para as empresas. As ferramentas de BPMS se tornaram até melhores neste período, porém, muitas vezes mais complexas, exigindo um esforço de implementação que prometia ser mais simples. Deta forma, tivemos tanto projetos de automação com ótimos resultados, como também projetos que não deram certo e foram descontinuados.

Em suma, vejo um movimento crescente de adoção da gestão de processos, porém, com uma preocupação grande das empresas em obter retorno no menor prazo possível, sem medo de parar os trabalhos se isto não ocorrer. Assim, cabe a nós, gestores de processos, conseguirmos conduzir projetos eficazes que não apenas gerem boa documentação, mas sim mostrem a alta direção os resultados alcançados. E isto exige preparo, disciplina e persistência dos analistas de processo. Mas isto já é assunto de outro post.

Bom trabalho!

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