Parceria ProcessMind e BizAgi

Por Maurício A. Santos, ProcessMind

mauricio.santos@processmind.com.br

Após muitos anos de atuação bem sucedida em mercados maduros de BPM como a Europa, a BizAgi decidiu entrar no mercado brasileiro com a ProcessMind, seu parceiro Premier BPM Solution Provider.

O BizAgi Process Modeler é reconhecido como a ferramenta de modelagem de processos mais intuitiva e fácil de usar do mercado, sendo também uma das mais utilizadas no Brasil. Em nosso próximo webinar gratuito, a ser realizado em maio, vamos mostrar-lhe como o BizAgi BPM Suite, a solução completa da BizAgi para automação de processos, pode transformar seus modelos de processos em benefícios reais de negócio de maneira rápida e fácil.

 Registre-se AGORA - Dia 13 de maio das 15 às 16 hrs

 Conteúdo do Webinar:

  • Apresentação da aliança entre ProcessMind e BizAgi
  • Breve introdução aos conceitos e benefícios do BizAgi BPM Suite
  • Demonstração do produto
  • Perguntas e respostas
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Rede de Valor: um Modelo de Gestão por Processos para Empresas de Serviços

Por Maurício A. Santos, ProcessMind

Redes de valor caracterizam empresas que geram valor a seus clientes através da intermediação do relacionamento entre eles, de forma direta ou indireta.  As empresas selecionam membros para a rede, gerenciam a comunicação e relacionamento com os mesmos, prestam os serviços adequados e mantém uma infra-estrutura física e de informações necessária para garantir a operação do negócio com eficiência e eficácia.

Este conceito, sobre o qual já comentei em 2006, vem sendo discutido há algum tempo e foi apresentado com bastante propriedade por Fjesdstad e Stabell no paper Configuring Value For Competitive Advantage: On Chains, Shops anda Networks. Porém, ultimamente o assunto voltou à tona com artigo publicado pela IBM, Accenture e também por Paul Harmon no BPTrends, por isto resolvi comentar novamente.

O modelo de valor mais conhecido (e aceito) mundialmente é o da Cadeia de Valor mostrado por Michael Porter em 1985. Segundo este modelo, os principais processos da empresa estão relacionados dentro de uma visão de causa e efeito, com o intuito de entregar ao cliente seus produtos. Estes processos, também chamados processos-chave ou processos de negócio, cobrem desde a venda do produto, passam pela sua produção e terminam com a entrega do produto ao cliente. Os demais processos da empresa dão suporte para que a mesma seja gerenciada e controlada da melhor maneira possível.

A questão chave deste modelo, a meu ver, é que ele se aplica bastante às empresas de manufatura, que tem processos claros de entrada de insumos, fabricação e entrega. Quando falamos de empresas de serviço, porém, esta sequencia não é tão clara.

Aí entra o modelo de Rede de Valor, segundo o qual a empresa entrega serviços continuamente a seus clientes, normalmente regidos sob um contrato estabelecido entre as partes para prestação destes serviços e pagamento conforme o que foi acordado. Passa a ser crítica a gestão do relacionamento com os clientes, bem como a gestão da infra-estrutura adequada para a prestação do serviço.

Segundo este modelo, os processos principais da empresa são divididos em três grupos:

1. Processos de Gestão da Rede: são os processos voltados à captação de novos clientes para a rede, gestão dos contratos de serviço e de relacionamento com os clientes.

2. Processos de Prestação dos Serviços: que são efetivamente os serviços prestados de forma contínua aos clientes da rede.

3. Processos de Suporte à Operação: são os processos que garantem a execução dos serviços como, por exemplo, a gestão de sistemas para serviços dependentes da tecnologia (p.ex. operadoras de cartão de crédito e bancos).

Além destes processos, também devem ser definidos os processos de gestão do negócio e de apoio (ou suporte): gestão financeira, gestão de pessoas, gestão de processos e projetos, gestão de suprimentos entre outros.

Elaborado por ProcessMind

Elaborado por ProcessMind

Assim, o ponto principal deste modelo é enfatizar que os serviços são prestados continuamente à rede de clientes da empresa, não existindo uma entrega única do serviço ou produto.  Outras características que se aplicam a este modelo são:

  • Aumenta-se o valor pelo aumento da rede, isto é, aumento do número de clientes ou associados;
  • Opera diferentes atividades da rede simultaneamente, presta diferentes serviços;
  • Exclusividade da infra-estrutura e políticas para os membros da rede;
  • Padronização dos serviços para a rede.

Na minha visão, é uma forma bem próxima da realidade da maioria das empresas de serviços e auxilia bastante no momento de elaborar o modelo de gestão por processos da empresa e seu respectivo portfólio de processos. Algumas empresas nas quais aplicamos este conceito estão ligadas a segmentos como: call center, associações de classe, distribuidoras, limpadoras, financeiras, bancos, seguros entre outros.

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Metodologia ProcessMind apresentada no Value Chain Group

Por  Maurício A. Santos, ProcessMind

No último dia 3 de fevereiro tivemos a felicidade de ver nossa metodologia de gestão de processos ser apresentada no webinar Developing The Organizational Roadmap For Process Improvement promovido pelo Value Chain Group (VCG). O evento contou com a participação global de aproximadamente 250 pessoas e a coordenação do consultor Derek Miers, que esteve recentemente no Brasil ministrando treinamentos em processos e trocando experiências com empresas e consultores que atuam com gestão de processos por aqui.

Por ser uma apresentação rápida, o foco se concentrou na disciplina que chamamos de “Gestão do Portfólio de Processos”, que consiste basicamente na definição do Modelo de Valor de uma empresa a partir de uma visão de seus macro-processos e o planejamento dos trabalhos de processo em uma organização. Este trabalho deve ser um dos primeiros passos a ser dado por uma empresa quando do início da implantação de um programa de gestão de processos.

Ao apresentar a metodologia Derek mostrou como, a partir da identificação dos macro-processos e processos da empresa, deve ser realizada a análise destes visando sua priorização e planejamento dos projetos de mapeamento e/ou automação de processos. Esta priorização deve tomar como base a avaliação dos processos em cima de critérios como: impacto do processo para o negócio, grau de maturidade, nível de desempenho e, finalmente, a  complexidade para implantação do projeto.

Para mostar a metodologia na prática, Derek utilizou o BPMS Itensil, apresentando as ferramentas de trabalho, além de todo o fluxo do processo de priorização do portfólio de processos, desde a definição do Modelo de Valor até a conclusão do planejamento. A apresentação foi bastante esclarecedora e foi seguida por uma rodada de perguntas e respostas só interrompida em função do tempo, o que demonstrou o interesse gerado pelos que estavam assistindo.

Para aqueles que perderam a transmissão ao vivo do webinar, a gravação está disponível aqui.

links for 2009-01-28

Derek Miers no Brasil – Aprendizado e Troca de Experiências

Por Maurício A. Santos, ProcessMind

Na última semana de novembro tivemos a oportunidade de organizar e participar de dois cursos sobre gestão de processos ministrados aqui em São Paulo por Derek Miers, co-autor do livro “BPMN – Modeling and Reference Guide“, além de trocar muitas experiências e idéias sobre a melhor forma de condução da gestão de processos nas empresas. Experiência única e muito enriquecedora. O que de início parecia que iria ser uma via de uma mão só, acabou se tornando reveladora no sentido de descobrir que nós aqui no Brasil também temos muito a oferecer para a comunidade de BPM no mundo.

Foram dois cursos realizados na sede na Fundação Nacional da Qualidade (FNQ) entre os dias 24 e 28 de novembro. Nos dois primeiros dias, o foco foi a notação de modelagem de processos BPMN (Business Process Modeling Notation). Permeado por diversos exercícios práticos, Derek nos apresentou todos os conceitos e fundamentos relacionados a cada objeto que compõe a notação, do mais simples ao mais complexo.  Além de ser uma notação simples de ser usada, o BPMN é bastante flexível podendo ser compartilhada tanto por analistas de processos como por desenvolvedores de software.

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Capacitação em BPM com Derek Miers no Brasil

Através de uma parceria entre ProcessMind e BPM Focus, Derek Miers estará em São Paulo na semana de 24 a 28 de novembro para ministrar os treinamentos BPM Process Modeling Fundamentals e Developing a Structured Approach for BPM Project Success. São treinamentos ideais para quem quer garantir uma capacitação de alto nível em BPM.

Derek Miers é um dos mais reconhecidos especialistas em BPM no mundo. Participa da especificação de BPMN desde os tempos do BPMI.org, do qual foi Co-Chairman, e mais recentemente atuando junto ao OMG, tendo lançado recentemente o livro BPMN Modeling and Reference Guide. Ele é autor do BPTrends BPM Suites Report, que analisa detalhadamente mais de vinte BPMS, e participa ativamente dos principais congressos mundiais sobre BPM. Mais detalhes sobre a biografia de Derek Miers podem ser obtidos no website do BPM Focus.

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BPM em Pequenas e Médias Empresas Dá Certo?

Por Maurício A. Santos, ProcessMind

Dá certo e quase sempre é mais rápido.

Muitas vezes me pergunto se é mais fácil implantar a gestão de processos em grandes organizações ou em pequenas e médias empresas (PME). Apesar de haver prós e contras nos dois cenários, depois de já ter realizado projetos para empresas de diferentes portes e segmentos, acredito que os resultados aparecem com maior rapidez e eficácia em empresas de menor porte.

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Escritório de Processos – BPMOffice

Por Maurício Santos, ProcessMind

Cada vez mais percebemos nas empresas a preocupação em se montar um estrutura interna permanente, reponsável pela coordenação das atividades relacionadas ao mapeamento, melhoria e gestão dos seus processos, o que, para nós, que trabalhamos e acreditamos na gestão de processos, é motivo de bastante satisfação. Esta nova e crescente iniciativa mostra claramente que as empresas passam a ver os trabalhos de processos não mais como projetos isolados para corrigir problemas pontuais em determinadas áreas, mas sim como uma disciplina de gestão importante para auxiliar e alavancar a gestão do negócio como um todo.

Costumamos falar que, assim como existem estruturas voltadas à gestão de pessoas, gestão financeira ou gestão da tecnologia da informação, da mesma forma deve existir esta estrutura voltada à gestão dos processos. A esta estrutura damos o nome de Escritório de Processos, ou BPMOffice (business process management office).

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links for 2008-07-27

Livros sobre BPMN 1.1

Por Luis Bender, ProcessMind

Para quem estava esperando uma referência escrita sobre BPMN (além da própria especificação 1.1 do OMG), em 2008 temos três novos livos: